TRIBO FORTE #162 – CARNE, CARNE, CARNE

Bem vindo(a) hoje a mais um episódio do podcast oficial da Tribo Forte!

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Neste podcast:

  • Falaremos muito sobre a carne;
  • Espécie de ataque a esses alimentos;
  • E mais;

Escute e passe adiante!!

Saúde é importante!

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Ouça o Episódio De Hoje:

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Quer Emagrecer De Vez? Conheça o programa Código Emagrecer De Vez

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Abaixo eu coloco alguns dos resultados enviados pra mim por pessoas que estão seguindo as fases do Código Emagrecer De Vez, o novo programa de emagrecimento de 3 fases que é o mais poderoso da atualidade para se emagrecer de vez e montar um estilo de vida alimentar sensacional para a vida inteira.

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Gabriela
Jean
Jonas
Ness

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Caso de Sucesso do Dia

Referências

Matéria Sobre Carne que Saiu no G1

Transcrição do Episódio

Rodrigo Polesso: Buenas, buenas, buenas! Bem-vindo aqui ao episódio de número 162 do seu podcast semanal da Tribo Forte. A sua dose de estilo de vida saudável e alimentação, tudo baseado em evidência. Bem-vindo a mais este episódio. Hoje a vai gente vai começar a falar sobre carne, carne, carne. Depois vai ter uma rodadinha de perguntas e respostas também da comunidade. Vai ser bem bacana. Um lembrete rápido aqui… Quero sempre lembrar para enfatizar isso aí. Se você quer ter acesso a uma compilação bacana para se introduzir nesse estilo de vida saudável baseado em evidência, eu sugiro que você adquira o meu novo livro chamado Este Não É Mais Um Livro de Dieta. Você pode adquirir no formato Kindle, no formato eletrônico… Também no Google Books ou na Amazon… Ou formato físico, receber em casa o livro também. É só você adquirir na Amazon. Ou também você pode ir na livraria que você preferir. Tem nas várias livrarias, nas principais livrarias do Brasil. Está disponível. Se você não mora no Brasil, a opção Kindle é uma ótima opção, ou a opção do Google Books. E tem outras versões digitais que você pode achar na internet. O título novamente é Este Não É Mais Um Livro de Dieta. Ele está ajudando bastante gente. Estou ganhando um feedback bem legal. E se você tem interesse nisso, eu aconselho fortemente que você pegue o seu também. Depois posta nas mídias sociais e me tagueia para eu ver a foto, tudo bem? Maravilha. Dr. Souto, bem-vindo ao show de hoje. Tudo bem?

Dr. Souto: Tudo. Bom dia, Rodrigo. Bom dia aos ouvintes.

Rodrigo Polesso: É isso. Olha só. Tem umas perguntas que a gente vai tentar ajudar aqui, mas antes eu tinha anotado para a gente falar sobre um tema muito bacana que eu sou que nós dois somos fãs, que é carne. Bom, vou fazer uma introduçãozinha aqui. Se tem um alimento na face da Terra que reúne em si todos os macronutrientes e micronutrientes essenciais ao corpo humano, este é a carne. Por isso, eu sou fã, como eu falei, de carteirinha. Até vitamina C… Para os incrédulos aí… A carne tem. Notoriamente no fígado, mas também na carne normal, apesar dos bancos de dados nutricionais não listarem porque muitas vezes não é medido isso. A humanidade sempre soube disso, na verdade… do poder das carnes. Quando eu falo “carne”, são todas as carnes. Por milhares e milhares de anos a gente vem consumindo esse alimento. Só que a agora a gente tem uma espécie de ataque a esse alimento… “Agora” que eu digo, nos últimos anos, nas últimas décadas. Uma onda também, pró vegetarianismo… E pior, pró veganismo. Bem como até intervenções do governo nessa questão alimentar, como a gente viu em Nova Iorque no caso das crianças e também coisas semelhantes acontecendo no Brasil. E é um ataque que está ameaçando a saúde e bem-estar de bilhões de pessoas no mundo que correm o risco dessa coisa virar uma onda. Bom… Deixe-me falar sobre uma matéria que saiu no G1 no final agora do mês passado. Ela diz o seguinte. “Muitas pessoas têm prometido diminuir o consumo de carne – ou cortá-la completamente de sua dieta -, seja para ser mais saudáveis (não), reduzir o impacto no meio ambiente (não), prezar pelo bem-estar dos animais ou uma combinação dessas coisas. A tendência se deve em parte a iniciativas como a Segundas Sem Carne, em que adeptos passam o primeiro dia útil da semana sem comer este alimento, e a Veganuary, que incentiva ficar um mês assim (em janeiro no caos).” Ai meu Deus. Ok. “Ao mesmo tempo, diversos documentários e defensores do veganismo vêm destacando os possíveis benefícios de comer menos carne.” Eu estou lendo o que está escrito no artigo, tá, pessoal? “Quando comparamos o consumo em diferentes países, vemos que, tipicamente, quanto mais rico, mais carne é consumida.” Nesse ponto eu parei para pensar… Exato! Nós todos queremos carne, desde sempre. Antigamente foram os legumes e carboidratos no geral. Era o que a gente comia quando não tinha carne o suficiente. Carne é cara, é escassa e tem dente. Então, não é tão fácil assim. Agora, continuando o artigo. “Em 2013, de acordo com os últimos dados disponíveis, os Estados Unidos e a Austrália lideravam o ranking global de consumo anual de carne. Juntamente com a Nova Zelândia e a Argentina, os dois países ultrapassaram a marca de mais de 100 kg por pessoa por ano, o equivalente a cerca de 50 frangos ou metade de um boi. Altos níveis de consumo de carne podem ser vistos em todo o Ocidente, e, na maioria dos países da Europa Ocidental, o consumo é de 80 a 90 kg por pessoa por ano. No outro extremo do espectro, em muitos dos países mais pobres do mundo, come-se pouca carne. O etíope médio, por exemplo, consome apenas 7 kg, os ruandeses, 8 kg, e os nigerianos, 9 kg. Trata-se de um patamar dez vezes menor que o da média europeia. A Índia é o país que menos come carne com 4 quilos apenas por pessoa. Dados recentes do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos indicam que o consumo de carne per capita aumentou nos últimos anos.” Graças a Deus. Aleluia. “Embora possamos pensar que a carne está se tornando menos popular, o consumo americano em 2018 esteve próximo de seu pico em décadas.” Mais uma salva de palmas. Que maravilha. Continuando. “É um quadro semelhante ao da União Europeia.” Mais uma boa notícia. “Mas em muitas nações, o consumo de carne vai muito além dos benefícios nutricionais básicos. Na verdade, pode ser um risco para a saúde. Estudos associam o consumo excessivo de carne vermelha e processada ao aumento do risco de doenças cardíacas, derrame e certos tipos de câncer.” Bom, novamente… A gente acabou de falar de uma agenda pró vegetarianismo, pró veganismo e nesse artigo eles estão claramente questionando, falando que as pessoas estão prometendo cortar carne, mas continuam aumentando o consumo de carne no mundo também. E eles colocam esse medo nas pessoas com esses estudos associativos que a gente sempre fala aqui que tentam criminalizar, botar medo na coitadinha da carne. Mas eu não sabia… Quer dizer, sabia… Que está aumentando o consumo de carne. Em países mais desenvolvidos as pessoas comem mais carne porque elas conseguem comprar mais e não é novidade para mim nem para ninguém eu acho que na África, nos países mais pobres, o consumo de carne é muito inferior. E com certeza não é porque eles não gostam no sabor, é porque é caro, é porque é mais difícil, porque é mais escasso. Dr. Souto, está aí mais uma péssima informação que foi vista provavelmente por milhares de brasileiros.

Dr. Souto: Eu estava ouvindo o que você estava dizendo e estava me lembrando de algumas coisas interessantes porque eu sempre acho que a gente deve aproveitar esse tipo de coisa para tentar tirar alguma coisa boa. Como é que a gente vai fazer o nosso ouvinte desenvolver o seu pensamento crítico, o seu senso crítico? Então, vamos pensar, pessoal. Ruanda. Vocês acham que a incidência de doença cardiovascular, câncer e Alzheimer é maior em Ruanda ou na Califórnia? Eu respondo para vocês. A incidência dessas coisas… Doença cardiovascular, câncer e Alzheimer é muito maior na Califórnia. Por quê? Porque as causas de morte e as causas de doença se alternam. A gente não é imortal. Então, se a pessoa deixa de morrer de fome, se a pessoa deixa de morrer de diarreia, se a pessoa deixa de morrer de malária, ela começa ter uma chance, um risco maior de morrer do coração ou de morrer de diabetes. Ou de desenvolver Alzheimer. Então, por exemplo… Nós poderíamos colocar que uma boa forma de combater síndrome metabólica, diabetes, doença cardíaca e Alzheimer é ir morar em Ruanda e ter as condições socioeconômicas de Ruanda. Claro, qual é a brincadeira que estou fazendo aqui? O consumo de carne é um marcador de afluência, de renda. Então, o que nós vemos é, como o Rodrigo bem colocou… Ele é um desejo, uma coisa que as pessoas almejam durante a evolução da espécie humana. Mas é uma coisa mais difícil de obter. São calorias mais caras. São nutricionalmente mais densas. E a gente passa a ver uma correlação entre o consumo de carne e afluência. Isso vem ocorrendo no mundo todo, exceto depois que começou a surgir essa tendência mais moderna, essa moda mais moderna do vegetarianismo e  do veganismo éticos, por questão de sofrimento animal e tal. Então, nós passamos a ter a associação entre consumir menos carne, consumir uma dieta vegetariana também como afluência em lugares como a Califórnia. E o que eu estou querendo dizer com tudo isso é que existe… A associação que está por trás desses estilos de vida, de comer isso ou comer aquilo… Tem muito mais a ver com a condição socioeconômica das pessoas do que com o efeito biológico de determinado alimento. Não sei se vocês me entendem. Então, eu vou dar um exemplo que é real. Houve mais de um estudo mostrando que de todos os números que a gente pode extrair do indivíduo… Colesterol, glicose, circunferência abdominal… O número que mais impacta na saúde, na mortalidade é o CEP, é o Zip Code. Ou seja, você morar numa zona boa, num local que tem alta renda per capita é um determinante maior da sua saúde e da sua chance de adoecer do que se seu colesterol é mais alto ou mais baixo. Porque, obviamente, juntamente com esse CEP vem nível educacional, vem renda, vem plano de saúde, vem acesso aos melhores tipos de alimentos, as oportunidades de atividade física ao ar livre.
Então, é óbvio que determinados estilos alimentares vão de mãos dadas com o CEP da pessoa. Então, o que me impressiona, digamos assim, é que muitas pessoas que são tão críticas quando estão falando sobre sociologia… Sobre as diferentes influências que existem em questões socioeconômicas e sociológicas… Quando chegam na alimentação, parece que conseguem ver só carne, colesterol… Está certo? Então, concordo plenamente, Rodrigo, que a gente na realidade vê é… Sociedades que tinham um nível de pobreza muito grande à medida que vão adquirindo um nível de afluência maior, elas passam a ter um consumo maior de carne que é o quê? Um marcador justamente da evolução em direção a uma renda maior naquela sociedade. E aí, claro, você vê uma população que começa a ter uma expectativa de vida maior, viver mais, começa a morrer menos de diarreia, começa a morrer menos de malária. É evidente que essas pessoas vão morrer mais do coração e de câncer. Mas não é porque elas estão comendo carne, é porque elas estão melhorando a condição de vida delas, paradoxal que seja.

Rodrigo Polesso: Exatamente. Esse ponto que as pessoas precisam entender… Justamente o que você falou… Da causa e efeito.

Dr. Souto: Exatamente. E isso não é nenhum super insight que eu estou tendo agora em 2019. Lá quando o Ancel Keys publicou o primeiro estudo observacional dele… Aquele estudo dos seis países nos anos… Acho que final dos anos 50… Tiveram dois autores, dois estatísticos com nomes impronunciáveis que publicaram uma crítica daquilo e parte da crítica deles era dizer… Olha, tudo bem… Ele mostrou que a gordura estava associada com mortalidade cardiovascular. Mas se nós formos ver, o número de televisões per capita também está associado com mortalidade cardiovascular. E comer televisão dá doença no coração? As pessoas não comem TV. Na realidade, o que a televisão per capita era naquela época? Hoje em dia todo mundo em televisão, mas naquela época televisão per capita era um marcador de renda, assim como se nós fôssemos comparar Ruanda com um país da Europa… No país da Europa se come muito mais carne per capita do que em Ruanda. Comer carne per capita é um marcador de renda. Comer 7 quilos apenas de carne per capita por ano… Não é porque eles não gostam de carne em Ruanda, pessoal. É porque eles são extremamente pobres. E porque eles são extremamente pobres, eles não têm a chance de morrer do coração. Morrer do coração é um privilégio.

Rodrigo Polesso: Fora de contexto iam achar que você é maluco.

Dr. Souto: Morrer do coração é um privilégio. Significa que você escapou da fome, escapou dos parasitas, escapou da malária, escapou da diarreia, da cólera, escapou da morte violenta por gangues rivais, por guerras tribais… E aí você teve a chance de morrer do coração. Porque as pessoas não são imortais. De alguma coisa elas vão morrer. Então, quando a gente vê um aumento proporcional numa sociedade da morte que caracteriza a idade avançada… Câncer, Alzheimer, diabetes… O que nós estamos vendo é uma mudança do ponto de vista demográfico. Então, paradoxalmente, muitas vezes isso significa um avanço socioeconômico de uma sociedade. Claro, é diferente da situação dos Estados Unidos hoje, que é um país que já é um país rico há muitas e muitas décadas e que está vendo ainda assim um avanço dessas doenças e um declínio da expectativa de vida. Bom, aí é porque eles estão adoecendo agora como consequência justamente do consumo do que não deveriam consumir em termos alimentares, e não é carne, pessoal.

Rodrigo Polesso: E não é carne. Vale enfatizar isso. A carne eu acho que está salvando as pessoas. Bom… Esse é o nosso papo de carne, pessoal. Coma carne. É a coisa mais nutritiva que você pode ter e nós somos naturalmente atraídos a esse alimento, tanto que veganos estão o tempo inteiro tentando imitar alimentos… Tentando imitar o hambúrguer até com suquinho de beterraba para parecer um sangue… Imitar carne de soja, salsicha. Tudo tentando imitar esses alimentos que nós somos naturalmente atraídos. Antes de fazer a primeira pergunta aqui, deixa eu contar para vocês o caso de sucesso de hoje. Quem mandou foi o Gabriel Pena. Ele fala: “Me pesei hoje após 1 semana no Desafio 30 Dias e perdi 4,8 quilos. Estou muito feliz com o resultado.” Parabéns ao Gabriel Pena. Coloquei esse testemunho para mostrar como algumas alterações na sua alimentação podem rapidamente em muitas pessoas gerar grande benefício, grandes mudanças em extremo curto período de tempo. Em uma semana ele perdeu 4,8 quilos. Claro que teve água com isso e tudo mais. Mas como que o metabolismo reage quando você corrige a alimentação… Dependo da sua situação e da sua alimentação antes.

Dr. Souto: Alguém vai dizer, Rodrigo… “Ah, mas isso aí não foi tudo gordura.” Sim, claro que não foi tudo gordura, mas e aí? Se a pessoa tem tanta retenção de líquido assim, não significa uma mudança positiva quando a pessoa começa a melhorar e perde tudo isso?

Rodrigo Polesso: Exatamente. Exatamente. Aliás, a mudança da pessoa enxugar esse líquido dá uma diferença bem boa na sua cintura também. Você vai notar. E como você se sente. Então, é super mega positivo essa perda de água, com certeza. E o Gabriel Pena, então, fica de parabéns. Se você quer seguir passo a passo… Se você gosta de uma coisa passo a passo para aplicar tudo isso, entra em CodigoEmagrecerDeVez.com.br e veja a apresentação lá dentro. Vamos lá… A primeira pergunta aqui… O nome que ele colocou é Hills Pró. Não sei se é o nome dele ou não no perfil, mas ele falou… Essa é uma pergunta comum também. “Posso beber água durante as refeições? Se sim, qual a quantidade? Obrigado e parabéns pelo canal.” De novo… Aquela necessidade do pessoal querer coisas exatas. Tem que tomar assim… 1,5 copo e 3 colheres de sopa de água durante as refeições. Mas vamos tirar essa questão de quantidade… A gente se repete aqui que toma quanto quiser normalmente. Mas essa questão de beber água durante as refeições… Vai diluir o ácido do estômago? Vai ser prejudicial? Tem que tomar depois? Tem que tomar antes? Dr. Souto… O que a gente diz de modo geral para esse pessoal?

Dr. Souto: Vou começar com a resposta curta. A resposta curta é: Pode. Pode tomar o quanto quiser a hora que quiser.

Rodrigo Polesso: Se não pudesse ia doer muito o estômago, se fosse uma coisa ruim para o organismo.

Dr. Souto: Se fosse uma coisa problemática, o que ia acontecer? Aqueles antepassados nossos que sentiam uma extrema dor e desconforto quando fizessem isso iam ser os que iam deixar mais descendentes. E depois de alguns milhares de anos todo mundo ia ter uma dor horrível se bebesse água durante a refeição porque isso evitaria as catástrofes relacionadas a isso. Mas a resposta mais longa é a seguinte. Sim, eu sei da onde vem isso. São teorias de mecanismos de que aí você vai diluir o suco gástrico e com isso vai digerir pior e tal. Pessoal, olha que coisa interessante. Nos vários seguintes do trato digestivo do ser humano, tem vários que dá para tirar fora e não tem maior consequência. Agora tem um que não dá para tirar. Não dá para tirar um pedação do intestino delgado fora porque o intestino delgado é absolutamente fundamental. Ele é o principal local da absorção dos nossos nutrientes. O estômago cumpre uma função mais de armazenamento do que de digestão. Tanto é verdade que em cirurgias bariátricas praticamente se elimina a maior parte do estômago e as pessoas continuam vivas muito bem, obrigado. Em cirurgia de câncer de estômago se tira o estômago inteiro fora do indivíduo e anastomosa direto lá intestino com esôfago e vai bem. O cólon a despeito de ser o local onde tem toda nossa flora intestinal tem um monte de gente, inclusive vários que estão nos escutando aqui que já tirara o cólon inteirinho fora e estão muito bem, obrigado. Agora, se eu tirar o intestino delgado inteiro de uma pessoa, é incompatível com a vida. Então, a função principal do nosso estômago… Sim, é começar a digestão das proteínas, mas muito é esterilizar a comida com ácido. E, talvez, eu diria, é liberar o conteúdo alimentar aos pouquinhos no duodeno, no intestino delgado.

Rodrigo Polesso: Temporizar.

Dr. Souto: Porque aí a gente pode… Como era a situação do ser humano no paleolítico… Daqui a pouco achava uma carcaça no meio da savana… Uma carcaça de um bicho que tinha sido morto por um leão e aí tinha que pegar e comer super rápido, enquanto dava tempo. Então, a gente não tem como botar tudo aquilo no intestino ao mesmo tempo. Então, o estômago enche daquilo tudo que a pessoa come e vai liberando aos pouquinhos para o intestino. Então, essa é a principal função do nosso estômago de modo que se eu tomar água mais ou menos durante, depois ou antes fica à gosto do freguês. Eu acho que obviamente poderá haver exceções que não precisa de um médico ou de um nutricionista para dizer para a pessoa. Se a pessoa diz assim… Olha só, quando eu tomo líquido durante a refeição, eu me sinto estufado, me sinto mal. Bom, então não toma. Ou se a pessoa diz assim… Olha, pelo contrário, eu preciso tomar uma aguinha durante a refeição senão não desce direito aquela comida. Parece que fica com a garganta seca. Bom, então toma. Seguir as sensações é uma coisa bem boa.

Rodrigo Polesso: E o trânsito da água é muito rápido não fica lá um balão de água no estômago também. A água que você toma.

Dr. Souto: Exatamente. Exatamente. Também existe um equilíbrio osmótico. Se a gente come um alimento mais seco, o estômago vai diluir ele secretando mais suco gástrico. Se a gente toma um alimento mais molhado, a pressão osmótica dentro do intestino já não é tão grande, a quantidade de líquido que o estômago vai botar lá não é tão grande. Ao fim, cabe equilíbrio a tudo do ponto de vista osmótico.

Rodrigo Polesso: Então, é basicamente seguir o que a gente sempre vem seguindo há milhões de anos, que é à vontade.

Dr. Souto: Isso. Siga o seu coração.

Rodrigo Polesso: Siga o coração, isso aí. A próxima pergunta vem a Kelly de Menezes. Ela pergunta… Bom, essa pergunta… A gente poderia falar palestras sobre isso, mas vamos tentar falar de uma forma geral, pelo menos sobre os principais pontos. Ela fala: “Sou diabética. Posso fazer jejum intermitente?” Eu só vou dizer uma coisa que eu sempre repito. A gente acha que o jejum intermitente… Quando descobre isso… Que é a solução para tudo. Eu sempre falo da questão no Código Emagrecer de Vez que são três pilares… Alimentação forte, densidade nutricional e só o terceiro… Não o primeiro, não o segundo, só o terceiro que é opcional é o jejum intermitente. As pessoas veem isso e falam: “Nossa, que legal! Posso começar a fazer isso amanhã.” Aí acham que essa é a saída para tudo. É opcional. E para uma pessoa que está diabética… Isso é uma bandeira vermelha que precisa ser solucionada muito antes de qualquer outra coisa que você quer tentar. Isso a gente sabe que uma correção na alimentação pode ajudar. Então, muito cuidado. Muito cuidado. Nesses casos, pelo amor de Deus, tem que ter acompanhamento de uma pessoa competente do seu lado, principalmente se você está tomando medicação. Não dá para brincar. Não dá para pular os passos, colocar a carroça na frente dos burros. Não dá. Regularizar primeiro a regularização da sua dieta alimentar, aplicando uma alimentação forte que seja, como a gente fala por aqui… Regularizar seu organismo antes de pensar em colocar seu organismo num protocolo de jejum intermitente por exemplo. Isso não quer dizer que todas as pessoas precisam seguir isso. Tem pessoas que se dão bem, como a gente sabe, quando bem supervisionadas. Mas só um alerta para a galera que descobre essa questão de jejum intermitente. Tem gente que tenta propagar essas informações. Cuidado. Cuidado. Essa não deve ser a prioridade, principalmente se você é diabético. Dr. Souto, dá o seu alerta médico aí.

Dr. Souto: Vamos colocar assim… Talvez a pergunta seja porque a orientação tradicional dos nutricionistas é que o diabético deve comer mais seguido ainda. Ele deve comer a cada 2 horas… Para evitar a hipoglicemia… O que é um troço paradoxal, porque diabetes… O problema do diabetes é hiperglicemia. “Mas diabético de hipoglicemia”. Sabe por que o diabético tem hipoglicemia? Não é por causa da doença. É por causa da medicação.

Rodrigo Polesso: Exatamente.

Dr. Souto: Existem alguns medicamentos que provocam hipoglicemia no diabetes. A insulina, obviamente, se a pessoa injeta insulina… As sufoneuréias, que é uma classe de medicamentos que pode provocar hipoglicemia. E existem também os inibidores da SLGT2 que na realidade são aqueles que produzem a eliminação de glicose na urina… que eles não vão necessariamente provocar hipoglicemia, mas num jejum prolongado podem produzir cetoacidose em diabetes tipo 2. Então, o diabético que está usando essas medicações não deveria fazer nem jejum prolongado e nem mesmo uma dieta cetogênica sem tem o acompanhamento médico. Por quê? Não porque uma low carb ou porque o jejum intermitente sejam perigosos, mas como eu sempre digo… É porque são eficazes demais. Então, você precisa, na realidade, se faz o uso de insulina já fazer uma redução drástica na quantidade de insulina no primeiro dia de low carb. Se faz o uso de determinados medicamentos, eles já precisam às vezes serem suspensos no primeiro dia de low carb. Então, isso aí deve ser feito com acompanhamento médico. Agora, com o devido acompanhamento… Tanto low carb quanto jejum intermitente são ferramentas sensacionais para o manejo do diabetes inclusive para colocar em remissão o diabete tipo 2. O Jason Fung que nós já falamos dele aqui algumas vezes… O sujeito que escreveu o livro sobre jejum e tal… Ele publicou relatos de caso em literatura peer review de remissão de pacientes diabéticos com jejum intermitente. Então, é uma ferramenta sensacional. Eu concordo 100% com o que o Rodrigo disse que eu começaria com a melhora da qualidade da alimentação, com alimentação forte, com low carb… O que inclusive diminui a fome e facilita o jejum. E o jejum entra como uma ferramenta adicional. Ele pode e deve ser utilizado por diabéticos que têm um acompanhamento profissional para ajudar no manejo dos remédios.

Rodrigo Polesso: Exato. Você falou do Jason Fung… Ele é muito proponente da questão do jejum intermitente, mas para muitos casos de diabéticos ele é fã do jejum permanente. Coloca a pessoa por 2 semanas num jejum super supervisionado, super controlado e consegue resultados muito bons assim dependendo da pessoa ser uma pessoa propensa a esse tipo de tratamento. Mas, enfim… É como você falou. Acho que para a gente fechar o ponto principal é entender que tanto uma alimentação forte mais low carb, mais cetogênica, quanto o jejum intermitente podem ser, talvez… Talvez seja… Eu tenho pelo menos confiança que sim… Sejam as estratégias alimentares mais poderosas para se reverter um quadro de diabetes e até para prevenir que isso aconteça novamente. Porém, precisa ter muito cuidado e fazer isso com o acompanhamento de um profissional bem qualificado nessa área. Pergunta da Luana Melo. “Quem está buscando emagrecer pode comer feijão?” Aiaiai… Olha só… Pode comer feijão? Essa pergunta do feijão é impressionante. Para colocar as coisas em contexto, pessoal, eu sou brasileiro também. Cresci no Brasil. Morei mais de 20 anos no Brasil. E eu sei que o feijão… A gente acha que se a gente não comer o feijão a gente vai ficar anêmico. Eu sei disso. Se a gente olhar as estatísticas de consumo de feijão, o Brasil é o país do mundo que mais consome feijão. Ou seja, o resto do mundo consome bem menos. Tem países que basicamente não consomem e, mesmo assim, eles não são anêmicos. Ou seja, o feijão, apesar da nossa cultura fortíssima do arroz e feijão, não é uma coisa essencial à vida humana. Historicamente, se a gente for olhar… De novo, a gente falou de carne… O brasileiro no passado… Se a gente olhar para a história há alguns séculos atrás… Eu tenho certeza absoluta que todo mundo gostaria de ter uma baita de uma bisteca no prato ou um pedaço de carneiro, porco, ovos, queijos, à vontade para comer em todas as refeições. Só que isso, como a gente viu, é escasso, é caro, é difícil, é improvável no passado de ter isso tudo. Até por questões de armazenamento. É difícil ter todos os dias. Então, as pessoas ainda assim precisam comer energia, precisam se nutrir. E o que elas fazem? Olham no seu arredor o que podem compensar essa falta de alimentos animais. E no Brasil, no feijão e o arroz foram a escolha da vez aí para preencher essa falta de energia na dieta. Então, por necessidade da gente ingerir energia que esses alimentos foram ingeridos. Só isso, se a gente for pensar, a gente já entende que… Nosso corpo não tem deficiência de feijão e não tem deficiência de arroz.  Não tem nada nesses dois alimentos que não tenha em forma muito mais biodisponível em outros alimentos. Como o próprio ferro… A gente fala da anemia, o ferro… Todo ferro de planta é o não-heme, que é menos biodisponível do que o ferro das carnes, que é o heme iron… Que é muito mais biodisponível. Então, todas essas questões. Agora… E outra coisa, Dr. Souto, quem gosta bastante de feijão sabe que isso também tem o problema de gases, tem que fazer bem processadinho, fazer da forma correta. E você tem que comer muito mais o feijão para obter uma quantidade nutritiva… Muito mais energia precisa ser consumida do feijão e arroz para obter uma quantidade semelhante de nutrientes que poderia ser consumida muito mais eficientemente de um produto animal. Mas enfim, quem está buscando emagrecer pode comer feijão?

Dr. Souto: Quem está buscando emagrecer pode comer qualquer coisa, até quindim.

Rodrigo Polesso: Mas você vai comer pouco.

Dr. Souto: É, tem que comer pouco. Então… Normalmente… Vamos simplificar o discurso, deixar claro para as pessoas. Tem dois caminhos. Existe o caminho da restrição calórica voluntária… Então vou dizer assim… Você pode comer arroz com feijão… Pode comer macarrão e tal… Só que vai ter que comer pouco. Vai sair da mesa com fome. Vai fazer lanchinho o tempo todo para conseguir aguentar a fome entre as principais refeições. Ou seja, você vai seguir o modelo tradicional da pirâmide alimentar agregada de fome por tempo indeterminado. O que a gente propõe é aquilo que a gente trabalha aqui no podcast… É a alternativa que é… Vamos dar para o corpo uma alimentação nutricionalmente densa e que seja altamente saciante, de modo que a gente não precise pedir para que a pessoa faça um esforço voluntário de comer pouco, porque ela fica saciada e tende a comer menos. Esses alimentos tendem a ser alimentos bem pobres em carboidrato. Então, se o objetivo de quem está nos fazendo a pergunta é seguir a alimentação forte, alimentação low carb… Bem, feijão não faz parte de uma alimentação low carb. Significa que a pessoa não pode emagrecer comendo feijão? Claro que pode, só que vai ter que passar fome. Então, é uma opção individual. E vou te dizer, Rodrigo… Da experiência de consultório varia. Existem pessoas diferentes. Tem pessoas que preferem dizer assim… Eu quero tanto poder comer feijão, tapioca e essas coisas que eu prefiro fazer restrição calórica. E eu acho que é uma opção que pode ser oferecida para as pessoas. Aí nesses casos, o que que eu digo? Olha, o fundamental para a saúde do indivíduo é evitar açúcar e evitar farináceos. Sim, viver à base de pão, macarrão, pizza, doces, refrigerante é ruim para a saúde de todo e qualquer ser humano. É possível eu fazer uma alimentação saudável que não seja low carb? Claro que é. Eu posso fazer uma alimentação com arroz, feijão, uma carninha, uma salada, bastante frutas, bastante raízes, aipim, batata, batata doce… Mas emagrecer com este tipo de estratégia requer a contagem de calorias. Então, a pessoa… Desculpa se eu vou destruir alguns sonhos com o que eu vou dizer agora. Eu não quero machucar ninguém… Mas assim… Não existe a possibilidade de obter resultados nutricionais sem a restrição de alguma coisa. A ideia de que eu possa comer tudo o que eu quiser… Absolutamente tudo o que eu quiser… E ainda assim emagrecer pertence ao conjunto dos números imaginários… Aqueles que você multiplica por raiz de menos 1.

Rodrigo Polesso: Meu Deus. Você tira umas coisas da gaveta que eu não sei da onde você tira.

Dr. Souto: Então, no mundo real… No mundo, assim, real… Tem que restringir alguma coisa. E aí eu acho que é uma questão de opção pessoal. Você pode, tem o direito de dizer assim… Não, eu quero comer arroz com feijão, porém eu vou sair da mesa ainda com um pouco de fome. Eu vou fazer restrição calórica. Vou contar calorias. Eu vou seguir um cardápio montado pelo meu nutricionista no qual eu tenho refeições preestabelecidas com quantidades preestabelecidas. O bifinho não pode ser maior que meu punho fechado. O peito de frango é sequinho, é sem pele porque é para ter menos calorias e tal. Isto é uma opção. Eu não quero tirar o direito de ninguém fazer isso. E aí pode comer feijão. Agora… Existe uma outra alternativa que eu sei que para o Rodrigo apela muito, para mim apela também… Que é não precisar contar voluntariamente as calorias e deixar que meu hipotálamo faça isso. Ele já está preocupado em controlar a temperatura do meu corpo, a respiração, a frequência cardíaca. Ele não se importa também de controlar meu apetite desde que dê para ele um tipo de alimentação evolutivamente mais adequada. Então, com menos carboidratos, menos alimentos processados e tal. Então, espero não ter quebrado as esperanças das pessoas.

Rodrigo Polesso: Acho que foi muito bem posicionado. As opções estão aí. Cada um escolhe aquela que quiser. É bom ter em mente o seguinte. A gente fala muito em… O corpo gosta de nutrição. Não só energia vazia, mas nutrição. E quanto mais você acresce a quantidade de carboidratos na dieta, mais você decresce a densidade nutricional da sua dieta. Por quê? Porque os carboidratos são os alimentos que têm menos densidade nutricional. Batata, arroz, esse tipo de coisa. A gente sabe disso. Isso é fato. Os produtos animais que notoriamente não são carboidratos em sua maioria tendem a ter bem mais nutrientes e bem menos carboidratos. Então, à medida que você escolhe colocar mais carboidrato na sua dieta, você também escolhe automaticamente, por consequência, diminuir a densidade nutricional da mesma. Então, fica a seu critério tomar essa decisão. Eu gosto de falar também a questão metabólica. Pode comer feijão para emagrecer? Pode comer quindim para emagrecer? Pode. É possível. Muita gente consegue. É só comer pouco. Agora, metabolicamente falando… Que nem a gente acabou de falar…. Metabolicamente falando o feijão, por causa da forma que ele é processado pelo corpo, ele vai tender a não te ajudar a perder peso. É só manter isso em mente. Os dois caminhos estão aí, Dr. Souto. Você pode escolher a qualidade do que você come ou pode escolher a quantidade. Está aí a opção para todo mundo ter a liberdade de escolher.

Dr. Souto: Dito isso, vamos dizer assim… Se é para comer carboidrato… Digamos que eu fosse obrigado a comer carboidrato… Feijão não é uma opção tão ruim não.

Rodrigo Polesso: Não é o pior.

Dr. Souto: Tem o índice glicêmico mais baixo. Pelo menos tem proteína. Quer dizer… Entre feijão e arroz, com certeza feijão, porque arroz é só uma bolota de amido puro. Comer feijão e comer maizena… Desculpa, comer arroz ou comer maizena pura é a mesma coisa.

Rodrigo Polesso: Exato. O pessoal que tem gases tem esse byproduct aí. Mas tudo bem.

Dr. Souto: O pessoal fica falando que está preocupado porque… Por causa da carne que vai produzir aumento de CO2 no planeta… E a gente, quando come feijão, não produz CO2 por acaso?

Rodrigo Polesso: Aí sim que produz.

Dr. Souto: Aí sim que produz.

Rodrigo Polesso: Até metano se produz. Já vi um estudo. Até metano, que é o mesmo que as vacas produzem o ser humano produz quando come baked beans.

Dr. Souto: Com a desculpa da linguagem, mas se a gente parar completamente de criar gado e começar a alimentar toda a população com plantas, nós simplesmente vamos trocar a origem do peido. Vai deixar de vir das vacas e começar a ser emitido nos elevadores.

Rodrigo Polesso: Como se o peido fosse o culprit do efeito estufa, mas enfim.

Dr. Souto: Sim, exatamente. Como se ele não fosse voltar para as plantas. As plantas gostam de um CO2 caso vocês não se lembrem.

Rodrigo Polesso: Nós reciclamos o CO2. A gente não cria. Pessoal, é isso aí. Olha só. O que a gente vai comer no almoço agora? Eu te falar. Eu fiz uma costela de porco ontem. Eu fiz muito. Tinha duas ripas. Tem uma esperando na geladeira para eu aquecer e mandar bala nela. Dr. Souto, o que você está pensando aí?

Dr. Souto: O que que eu estou pensando? Posso dizer que hoje de manhã… Nós estamos gravando de manhã… Eu comi uma omelete. “Ah, é muito complicado low carb!” Cara, olha só… Eu tinha reunião às 7 da manhã no hospital. E deu tempo de pegar três ovos, bater dentro de um negócio de vidro, botar ali na frigideira, temperar só com orégano e sal. Não precisa muita coisa. E está feito ali um omelete, uns ovos mexidos que leva 5 minutos para fazer.

Rodrigo Polesso: Não tem desculpa. É muito fácil. Muito prático.

Dr. Souto: Eu sou suspeito. Eu gosto muito de ovo. Eu gosto de ovo não só porque eu acho saboroso, mas é super saciante. Agora já são 9:30 da manhã. Comi aquilo às 6:30 da manhã. Estou com zero fome. É barato para caramba. É nutritivo para caramba. Esses dias a imprensa repercutiu na televisão que o ovo faz mal e tal. Não, na realidade é o contrário. É um dos alimentos mais nutritivos, nutricionalmente densos… E inclusive os estudos observacionais e epidemiológicos quando tomados como um todo, e não este único que a imprensa repercutiu, mostram benefício. Não que eu precise desse tipo de estudo para decidir o que eu vou comer, que fique bem claro. Mas digo… Até esses estudos mostram benefício. Então, sou fã de um ovinho.

Rodrigo Polesso: E todo animal da natureza ama um ovo. Só herbívoros que não comem. Deixa um ovo para você ver na floresta. Vem cobra, vem aranha, vem cachorro, vem tudo para comer. Todo mundo sabe instintivamente que é uma fonte de nutrição. Só o ser humano que acha que é mais esperto. Enfim… Siga a gente no Instagram também. Siga lá @rodrigopolesso no Instagram. Siga o Dr. Souto no @jcsouto. E também a ABLC, @ablc.org.br. Se rodeie desse conhecimento bacana e considere dar uma olhadinha na Tribo Forte também em TriboForte.com.br. Fazer parte dessa tribo que cada vez, obviamente, fica mais forte. É isso aí. Pessoal, muito obrigado pela atenção. Dr. Souto, obrigado também pela atenção. A gente se fala semana que vem sem falta no novo podcast. Até mais.

Dr. Souto: Obrigado. Um abraço. Até a próxima!

2019-04-16T07:33:33-02:00abril 16th, 2019|Podcast|0 Comments

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